terça-feira, 29 de julho de 2014

Semiótica Sensitiva

As imagens etão em toda as coisas. Nos outdoors, nas garrafas de refrigerante, na tv, nos jornais, e até na caixinha de grampo de cabelo tem a moça com um rosto retrô e um cabelo curto. Com esse bombardeio de informações diárias, muitas vezes paramos de observar e além de tudo: sentir. Muitas imagens falam palavras silenciosas, e essa é a forma que eu trago a coluna "Semiótica Sensitiva". Aqui eu espero que cada imagem seja observada como algo único, que a essência da foto seja absorvida. Preparadas? haha. 






















E dessa vez, uma música para acompanhar:


segunda-feira, 28 de julho de 2014

Rasteira de couro, a companheira de todas as horas


Quem acompanha o blog a algum tempo, percebeu que eu tenho trago cada vez menos tendência, e cada vez mais assuntos/peças atemporais. 
A rasteira se popularizou como calçado desde o período antigo, na Roma, onde os gladiadores usavam sandálias de couro com tiras amarradas às pernas. Com o tempo essa prática acabou se espalhando entre a população, e fico marcado como principal calçado usado por eles.
Escolhi a rasteirinha de couro porque mesmo que eu tenha apenas uma, a acho essencial para muitos momentos, e versátil na maioria dos looks despojados. Da praia até a balada (dependendo do modelo da sua sandália, claro) ela pode ser o ponto chave de conforto e neutralidade no look. E não se limite à cor original da sandália! Existem muitos modelos que são uma explosão de cores e cheio de feminilidade!
Onde comprar essa belezura por um preço em conta, e ainda achar modelos para se apaixonar? Mercado central, anotaí!

Couro sintético x Couro animal: embora as rasteirinhas e sandálias de couro animal sejam mais resistentes, eu ainda prefiro ficar de consciência limpa e comprar a de couro sintético. Além de ser mais em conta, tenho certeza que minha rasteirinha não foi produto de alguma matança indevida. 





E você, curte uma rasteirinha de couro? 



:*

quinta-feira, 17 de julho de 2014

Home



Heeeeeey, gente! A quanto tempo não venho com um look aqui, né?! Enfim, semana passada encontrei uma lojinha no centro que vendia essa saia (por um precinho muito massa haha) e fiquei completamente apaixonada! Passei um bom tempo com vontade de usar saia longa, mas com aquele velho "medo" por ser baixinha, mas de um tempo pra cá realmente me despreocupei com isso!!























E vocês, também curtiram a saia? hahaha 
:)))



Cropped: Riachuelo
Saia: Não lembro o nome da lojinha, mas fica no Shopping Camelo 1, noc centro
Brincos: camelô da parada do iguatemi (hahaha)
Anéis: preto e reto - loja feminina
Os com pedra - arrematados em feirinhas
Pulsieira: Andrea Bijux
Colares: Pedra - de uma hippie no Draão do mar
Do arroz - De uma cara que escreve no arroz no lago do jacarey



quarta-feira, 2 de julho de 2014

Arte nas meias || Art Socks

A designer/artista do momento, sem dúvidas é Kate Brien.  Ela transformou um elemento simples (muito usado em alguns países orientais, inclusive) em algo além da escolha de moda, mas com aquela parcela de arte. Enquanto muitos se preocupam em estampar camisetas, Kate foi original e deu uma visão artística em suas meias.
Que Kate nos inspire a ousar na forma de mostrar o mundo a nossa visão, sem se prender aos habituais e mais escolhidos elementos, e sim pensando em como impactar e enriquecer de informação o próximo, pois tenho certeza que muitas pessoas se interessaram em saber mais sobre os quadros desenhados. 
A artista estará presente com sua coleção icônica na exposição Frieze Art Fair nas Ilhas Randall.














Relembrando - Denisa Dvorakova para Marie Claire da Austrália || Março de 2013


A Um pouco mais de um ano, a modelo Denisa Dvorakova veio ao Brasil, especialmente à Salvador, fazer um daqueles editoriais bem brasileirinho para a Marie Claire da Austrália. Trouxe ele aqui, depois de mais de 365 dias (algo que não é comum dentro do mundo da moda), porque adoro pegar esses elementos característicos Brasileiros para estudo. Éssa é a forma que a gringa (mesmo que tenha sido produzido por uma styling Brasileira) nos vê, cheios de estampas, de crenças, de cores e com toda a sensualidade na medida que a América do Sul permite.

[parágrafo devaneio]
Na minha cabeça, às vezes, as coisas se chocam. Bem sabemos que essa é a forma de se vestir característica de uma região, e muitas vezes alguns outros estados e regiões são quase nulos nessa formação característica. Aqui, as raízes nordestinas foram largamente exploradas. Me arrisco em dizer que não só as nordestinas, mas as litorâneas e tropicais. E as cidades que não tem a influência direta, como se deu a indumentária? 
[/parágrafo devaneio]

Voltando a focar no editorial em si, cores, formas e tramas foram escolhidos de uma forma incrivelmente pensada, a mistura de estampas neutras com estampas mais fortes também foi encaixada de uma forma imprescindível. E o branco, por todas as vezes que aparece no editorial, é carregado de simbolismo da religiosidade, principalmente na interação com as baianas.
Aqui, deixo algumas últimas perguntas. De onde vem a nossa forma de se vestir? Influências de outras culturas existem, sim, mas a junção de tudo isso é o perfil do Brasileiro. Por isso, eu não canso de pensar (podem dizer à vontade que estou ficando doida, aprendi a lidar com isso) que sim, o Brasil é um berço de tendências. Que procuramos lá fora, na Europa, algo que temos o tempo todo embaixo do nariz, enraizado na cultura, desde os indígenas até outros povos e principalmente a mistura deles. E editoriais como esse, fazem com que eu pense cada vez mais isso.


















Beijinhos!
Isabelle Pertenelli

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