sexta-feira, 12 de dezembro de 2014

Fotos Loja Fluorita

Oie!

A loucura do final de semestre pré-enem passou (uffffaaaaa!) e tô voltando com as atividades aqui no blog! <3
Essas fotos foram feitas no Kukukaya cafeteria! Eu particularmente a-mo a Loja Fluorita, e tudo de lá! Então, já fica uma dica de loja!














As fotos foram feitas pela fofíssima Álida Menezes e a make maravilhosa foi feita pela Vicky Tavares <3



segunda-feira, 24 de novembro de 2014

O Grafite de Matheus Veigga


Hello! Eu tava a um tempo sem postar, mas sempre procurando matéria nas redes sociais, e hashtags. Um dia desses achei uns grafites bem legais feitos nos muros do Rio de Janeiro, e resolvi conversar com o Grafiteiro! O Matheus Veigga é um cara muito legal, e me contou como ele começou a grafitar!


" Entrei para esse meio do grafite porque sempre gostei de ficar observandos os desenhos nos muros. E sempre prestei muita atenção nisso, meu pai era pixador, então sempre tive uma ligação com esse meio do spray.

  Com isso comecei a fazer curso de grafite em abril do ano passado, com o Marcelo ECO, um dos mais conceituados grafiteiros aqui do Rio.
  E agora uma grande surpresa! Fiz esse curso junto com meu pai! Que hoje grafita junto comigo pelas ruas!
  É muito engraçado ver a reação das pessoas nas ruas quando conto isso. Geralmente pintamos lado a lado e quando perguntam se somos irmãos ou apenas amigos, falo que é meu pai e todos ficam assustados! Sem acreditar! Rs. Muitos grafiteiros mais velhos que eu falam que era o sonho deles que o pai apoiasse o grafite ou que fosse pintar com eles. E que isso era uma grande oportunidade que eu estava tendo.
  Duas vezes já "rodamos" ou seja, fomos pra delegacia por estarmos grafitado. Quando os policiais olharam as identidades, a reação foi a mesma, de surpresa. "Ele é seu pai ?" "Fulaninho, já viu isso ? Pai e filho juntos!" Pois é, ninguém espera isso e muitos acham que seja meu irmão.
  Agora no grafite, além de pintar com meu pai, pinto com a Trapa Crew, que é nosso
grupo. 7 amigos que pintam juntos e nós batizamos de Trapa por cada vez que íamos pintar era uma trapalhada diferente. Então vem de "trapalhões" mesmo, além de todos sermos fãs."


E vamos às perguntinhas:

Você fez algum curso, ou é auto didata?
"Então, como já falei, fiz um curso de 8 aulas e depois fui para a rua, que é aonde mais se aprende. Pintando na rua quase todo final de semana foi que a experiência foi surgindo, a evolução foi ficando perceptível.. A prática ajuda bastante!"

Com qual idade você desenvolveu seus desenhos no papel (e na parede, em forma de grafite)?
"Sempre gostei de desenhar, mas nunca fiz isso muito bem. Um pouco antes de entrar pro curso, comecei a desenhar mais, para chegar lá com algo pronto. E durante as aulas o que fiz no papel passei para a parede. Isso foi em abril do ano passado."

 Seu curso (faculdade) influenciou/influencia no gosto por desenhar, ou desenhar influenciou o gosto pelo seu curso?
 "Termino o ensino médio esse ano. Quero fazer faculdade de Direito, nada a ver com desenhar, grafitar e afins, então são duas coisas distintas que eu gosto."


Você tem planos para o futuro artístico?
 "Não penso em parar de pintar. É uma das coisas que mais gosto de fazer. Penso em evoluir sempre, desenvolver um personagem próprio e continuar levando cor para as ruas, um pouco de felicidade em meio ao cinza. Obs: Personagem próprio porque hoje em dia faço "Minions" que já existem do filme "Meu malvado favorito". Quero ter um personagem meu."

Qual sua inspiração para grafitar?
 "Minha inspiração é levas mais vida para as ruas, colorir muros velhos, levar um pouco de felicidade. As pessoas estarem no trânsito caótico da cidade e poder olhar pro lado e dar um sorriso vendo um desenho, um colorido diferente. Minha grande inspiração também foi o filme "Cidade Cinza". Um documentário dos artistas "OsGemeos" falando um pouco do grafite, em São Paulo principalmente."

Você se inspira ou tem predileção em algum artista?
"Tenho meus artistas favoritos que são OsGemeos, Crânio e Chivitz de São Paulo. E aqui no Rio, Cazé e na minha opinião, o melhor depois do meu pai, o grande mestre e amigo Marcelo Eco. Além de todos da Trapa Crew que são minha família no grafite."

Como sua familia lida com seu dom e seus planos futuros com ele?
"Por pintar junto com meu pai, minha família não é um problema. Todos apóiam e incentivam bastante para que eu continue e siga evoluindo."



  E então, o que vocês acharam das grafitagens e de como tudo rolou na vida do Matheus? Eu achei bem interessante a questão dele grafitar com o pai, acho muito importante quando os pais influenciam os filhos para algo dentro do ramo das artes, e os incentivam a mostrar seu talento!

É isso gente!
Até a próxima, beijo!

quarta-feira, 8 de outubro de 2014

Fotos Jinja Bolsas parte 2

Dessa vez as fotos foram feitas no cenário da Costa do Cauípe. Juro que me apaixonei completamente pelo lugar, cada metro quadrado tinha uma beleza imensa!





















A fotógrafa foi a fofíssima 

terça-feira, 7 de outubro de 2014

Música: Léo Vieira

Hello, gente! 
A música, também é considerada um movimento artístico, e se manifesta no Brasil desde a época Colonial. Essa semana resolvi trazer aqui no blog, profissionais que estão começando e merecem destaque, com suas composições e sua forma irreverente de tocar.
O Léo Vieira tem 20 anos, cursa História na UFC, e é um amigão meu. Lembro-me que quando descobri o Sound cloud dele passei dias ouvindo (sem contar que baixei tudo, né gente haha). Hoje eu trouxe um pouquinho da história dele aqui pra vocês.



"Comecei a tocar violão com 6 anos de idade, quando ganhei dos meus pais de presente 
de natal um violão para crianças, na mesma manhã que o vi debaixo da cama, meu 
pai começou a me ensinar a tocar. No começo eu não me animei muito, inclusive, o 
violãozinho foi praticamente destruído, tendo seu valor reconhecido posteriormente e 
sendo restaurado."

O que eu acho super legal nas pessoas que compõem/tocam é a forma que a música faz parte da vida delas, sendo parte fundamental de si! Com o Léo não foi pra menos.Ele considera a música como uma parte de si, essencial para sua existência:

 "A música sempre fez parte da minha vida, tanto que me arrisco dizer que não gosto de 
música, não gosto de tocar violão. Isso é o que eu sou. Eu vivo música, eu vivo violão. 
Escolhi por carreira profissional a historiografia, mas a música anda em paralelo a essa 
escolha."



A forma que ele cresceu, junto com seu dom, também me admirou. Pesquisando sobre, procurando se aperfeiçoar cada vez mais. E tudo isso com muito prazer!

"Quando eu tinha 8 anos meus pais se separaram, daí fiquei morando com minha 
mãe e tinha pouco contato com meu pai, nesse período, foi meu irmão mais velho 
quem me ajudou com o violão, mas lá pros 12 anos a coisa ficou muito séria e passei 
a praticamente respirar violão, respirar música, comecei a estudar e praticar mais 
seriamente por conta própria, acho que sou meio autodidata, devo ter aprendido 
sozinho 50% do que eu sei, os outros 50, foi o mundo e as pessoas que me cercam 
que me ensinaram . Foi mais ou menos aí que comecei a fazer minhas primeiras 
músicas e poesias e aí me identifiquei, me vi naquilo e passei a escrever com muita 
frequência, nunca fui muito fã das coisas que escrevia e ainda critico muito o que eu 
escrevo, mas percebi que cantar era a melhor maneira de dizer uma porção de coisas 
que eu gostaria de dizer, poderia criar realidades, histórias, contar as histórias que eu 
quisesse, enfim, a música é um universo e eu quis muito vivê-lo. 
O tempo passou e esse sentimento pela arte se solidificou, li muito sobre música 
brasileira, li muito sobre os artistas que eu admiro, escutei discografias completas e a 
paixão pela música só aumentou, acho até que melhorei um pouco no violão e na voz. 
Não tenho plano de ser rico com a música, nem de fazer shows para multidões. Eu 
gosto de tocar pra quem gosta de me ouvir, eu gosto de tocar nos bancos de praça, nas 
calçadas, nas pedras da Beira Mar, nas varandas das casas, na beira da praia, eu gosto 
de tocar, eu gosto de cantar. Planejo fazer um Ep com meus melhores amigos Vicente 
( que tá comigo nessa jornada da música a vida toda), David F. e Larissa Jorge, que são 
três dos maiores apoios que eu tenho. O Ep vai ser feito com composições minhas, 
sem muitos recursos nem nada, mais um registro do que eu canto, do que eu sinto e 
do que contagia uma rapaziada que gosta do que eu faço."

Além disso, as inspirações musicais de Léo também influenciaram seu estilo musical, e até suas composições. cantores da MPB como Lenine (mozão <3), Raul Seixas e até Banden Powell estão entre seus favoritos. 

"A galera que eu mais escutei na vida e que eu mais admiro são os seguintes nomes: 
Chico Buarque, Oswaldo Montenegro, Ednardo, Raul Seixas, Lenine, Paulinho Moska, 
Baden Powell , mas não se restringe a eles não, sou apaixonado pela música brasileira. 
Pelas letras sinceras, pelas harmonias trabalhadas com cuidado, não sou nem 
pretendo ser um músico profissional, me sinto um músico amador, no sentido literal 
da palavra, aquele que ama."



E aí, cês curtiram a história do Leozinho? Pois tá na hora de correr no soundcloud dele e e ouvir (baixar também!) tudo: 



Beijo Beijo!

quarta-feira, 1 de outubro de 2014

Fotos Jinja Bolsas parte 1

A Jinja Bolsas  é uma loja, aqui em Fortaleza, na qual eu tenho um carinho enorme! Hoje, vocês conferem algumas fotos que fiz para a loja, semana passada.
E semana que vem tem mais fotos!
Ah, e daqui, corre para seguir eles nas redes sociais (e de quebra comprar sua bag online)! 


















E aí, curtiram? Pois espera que semana que vem tem mais!


Beijinhos!

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